A saúde que vem da panela :: Residence Care
 

Blog Residence

A saúde que vem da panela

Quando se fala em saúde todo cuidado é pouco, principalmente na terceira idade. Alimentação, atividade física e cuidados com detalhes que, às vezes, nem sabíamos, é o caso das panelas. Você sabia que alguns estudos relacionam o Mal de Parkinson a alguns tipos de panela?

O alimento é um fator fundamental quando se pensa em saúde, sendo assim é primordial sabermos em que tipo de panelas cozinhamos, já que algumas soltam substâncias na hora do cozimento. Por isso na hora de escolhermos as panelas além de pensar na praticidade, preço e durabilidade, precisamos nos preocupar com o material com o qual as panelas são feitas. A seguir informações baseadas no site Ecologia Médica sobre tipos de panelas.

Panelas de alumínio

As panelas de alumínio são as mais comuns e as mais baratas, mas liberam quantidades variáveis de alumínio nos alimentos podendo causar doenças. Diversos estudos têm demonstrado que a intoxicação por alumínio é um fator importante no mal de Alzheimer e de Parkinson, nas Doenças Ósseas e na Hiperatividade Infantil.

Diversos fatores contribuem para a migração do alumínio das panelas para os alimentos, como por exemplo: a acidez ou alcalinidade dos alimentos, a qualidade da liga de alumínio utilizada pela indústria, o tempo de uso do utensílio, o tempo da duração do cozimento dos alimentos, a presença de sal ou açúcar, entre outros.

Panelas de inox

As panelas de inox são muito conhecidas pela sua beleza e resistência. O aço inoxidável, conhecido popularmente como inox, é composto por ferro, cromo e níquel. Sendo a proporção destes metais nos utensílios bastante variável: de 50 a 88% para o ferro, 11 a 30% para o cromo e de zero a 31% para o níquel. Entretanto, vários outros elementos como manganês e cobre, podem estar presentes em pequenas quantidades.

As panelas de inox demoram a esquentar, mas também a esfriar. O aconselhável é não escovar a panela com esponja de aço, tipo “bombril”. No polimento forma-se uma camada protetora de óxido que ajuda a impedir que os metais passem para os alimentos. Da mesma forma, não se deve usar cloro ou água com sal na limpeza dessas panelas. As panelas de inox podem liberar pequenas quantidades de ferro e cromo e níquel, que são seus constituintes.

Panelas de ferro

As panelas de ferro já fazem parte da cultura culinária nacional. São particularmente usadas no preparo da tradicional cozinha mineira. São muito conhecidas no combate a anemia pela liberação de ferro que ocorre durante o cozimento dos alimentos.

A utilização de utensílios de ferro na cocção dos alimentos aumenta significantemente a quantidade de ferro e manganês consumida. Guardar alimentos em panela de ferro aumenta consideravelmente o teor de ferro e manganês do alimento o que é ruim do ponto de vista do paladar do alimento e da saúde.

Panelas de vidro

As panelas de vidro são as únicas que não transferem qualquer resíduo para a comida, sendo ideais do ponto de vista da saúde. Além disso, são lindas e a transparência permite ver o processo de elaboração dos alimentos. A facilidade da limpeza é outro ponto positivo. Os pontos negativos são o preço e fragilidade do material.

Panelas de cobre

As panelas de cobre, embora muito bonitas e de transmissão rápida e homogênea do calor, são mais úteis como objetos decorativos na cozinha, porque a quantidade de cobre que migra para o alimento, especialmente para os mais ácidos, pode causar uma intoxicação.

O excesso de cobre, mesmo em pequenas quantidades, pode produzir náuseas, vômitos e diarreia. Já a ingestão contínua de quantidades maiores de cobre pode causar dano renal, alterações osteoarticulares, dores nas juntas e até lesões cerebrais.

Os utensílios de cobre podem ser utilizados se tiverem a superfície interna revestida com politetrafluoretileno (PTFE), titânio ou aço inoxidável.

Panelas de Teflon

O teflon, que é um composto antiaderente é muito utilizado devido a grande praticidade na limpeza e por dispensar o uso de gordura no preparo dos alimentos. É constituído por polímeros de fluorocarbono, especialmente o politetrafluoretileno (PTFE).

Atualmente, as panelas mais modernas são revestidas de teflon II que utiliza o primer que é uma substância usada para ligar o teflon ao alumínio. O novo revestimento impede que o material passe para o alimento quando o teflon descasca.

Devido ao teflon, os metais do material que constitui a panela não passam para o alimento enquanto o teflon estiver íntegro.

Panelas esmaltadas ou de ágata

As panelas esmaltadas atraem pela beleza, pela variedade de cores e desenhos, mas podem fazer tão mal quanto às de cerâmica vitrificada se o esmalte usado for à base de elementos tóxicos como o chumbo e o cádmio. Isso ocorre principalmente nas panelas feitas antes de 1980. O mesmo ocorre com utensílios pintados à mão, que vão desde colheres, facas, recipientes culinários, entre outros.

Panelas de pedra-sabão

As panelas de pedra sabão além da beleza são antiaderentes e retêm o calor por muito tempo. São muito pesadas. São feitas de estealito que é uma rocha abundante em Minas Gerais, que já era utilizada na confecção de utensílios culinários pelos índios. Durante o cozimento libera quantidades expressivas de elementos nutricionalmente importantes como cálcio, magnésio, ferro e manganês. As panelas não curadas liberam também uma quantidade importante de níquel

Panelas de barro
A confecção de panelas de barro no Brasil tem uma tradição de 400 anos no Espírito Santo, tendo sido iniciada pelos índios e atualmente produzidas pela população local de forma mais rústica e irregulares. Depois de confeccionadas são queimadas em fogueiras feitas ao ar livre. Ainda quentes são recobertas por tanino que dá a coloração característica da panela.

Não existem estudos sobre a migração de substâncias tóxicas destas panelas para os alimentos. É recomendado curar a panela com óleo quente antes da primeira utilização.

 

 



Blog Residence

Buscar no Blog

Categorias

Receba dicas e informações em seu e-mail

Mandamos coisas bem legais para você, como: Tendências, pesquisas, cases, e muito mais...

Osteoporose

Durante o processo de envelhecimento os homens e mulheres são mais susceptíveis a osteoporose que progride sorrateiramente, de forma lenta e raramente apresenta sintomas que indiquem o desenvolvimento da doença. As fraturas costumam ser espontâneas, ou seja, não são relacionadas...

A Pele e a Idade

O processo de envelhecimento humano provoca um grande número de mudanças fisiológicas, e um dos órgãos que mais sofre com o avanço dos anos é a pele. Os principais problemas que podem atingir a pele na terceira idade incluem a queda na capacidade de formação de colágeno.

O Evelhecimento

O envelhecimento é o grande causador de inúmeros distúrbios que ocorrem no nosso corpo. As limitações aumentam e com ela, a dependência. Não há nada melhor no mundo do que ser independente. A independência vai sendo removida de nossas vidas com o passar do tempo.

Gerontologia

A gerontologia (ciência que estuda o processo de envelhecimento do homem) aborda áreas além das doenças relacionadas à idade e à sua prevenção, a fim de reconhecer que o envelhecimento bem sucedido exige a manutenção de uma função fisiológica e de uma aptidão física aprimorada.



Av. Álvaro Guimarães, 215 | Planalto | São Bernardo do Campo/SP | 09890-000 11 3428-9640 | 11 94029-3375 - 4341-8799

Copyright © 2011 Residence Care - São Bernardo do Campo SP.
Todos os direitos reservados.